Para academias de futebol
A Forta é a metade interna da monitorização de carga — um check-in de dez segundos que dá a cada jogador um score de prontidão antes de a equipa técnica escrever a sessão. Sem coletes. Sem bandas. O telemóvel que já têm.
O problema
O teu GPS lê-os de forma idêntica, e faz bem — externamente fizeram o mesmo trabalho. Distância, corrida a alta velocidade, acelerações: um registo completo do que o corpo fez.
O que isso custou àquele atleta em concreto, dado o sono que teve, a semana que levou e tudo o que se passa fora do balneário, é uma medição completamente diferente. Qualquer modelo sério de monitorização pede as duas. Na prática compra-se a metade externa porque vem numa caixa, e a metade interna reduz-se a um número de RPE que alguém adivinha no caminho para o carro.
A Forta é a metade interna, feita como deve ser.
Carga externa é o que o atleta fez. Carga interna é o que lhe custou. Precisas das duas, e só uma delas está à venda.
Os dados por baixo
Cada movimento da biblioteca da Forta tem uma exigência neural (1–10, o que retira ao sistema nervoso central) e um rácio estímulo-fadiga (o que devolve por unidade desse custo). Divide um pelo outro e tens a eficiência do exercício.
Em gráfico, a biblioteca não é uma nuvem. São dois grupos com quase nada entre eles — 77 movimentos com exigência neural de 2, trinta e quatro com 10, e quatro em todo o meio.
Os 272 movimentos. Horizontal: o que custa ao sistema nervoso. Vertical: estímulo muscular. Verde devolve três ou mais unidades de estímulo por unidade de fadiga; laranja devolve uma ou menos.
É por isto que o instinto de reduzir tudo em vinte por cento num bloco congestionado não funciona. Um agachamento mais leve continua a ser um agachamento para o sistema nervoso central. Substituir funciona. Reduzir não.
Onde se paga a si próprio
Isquiotibiais, adutores e gémeos representam a maior fatia do tempo perdido por lesão sem contacto no futebol de elite. As três respostas com melhor evidência caem todas no mesmo sítio da biblioteca: exigência neural 2, estímulo 8.5, zero equipamento.
Esse número é o argumento para as manter numa semana congestionada em vez de serem a primeira coisa a cair. Um 2 em 10 não compete com o MD-1 — cabe lá dentro.
| Movimento | Protege | Exig. neural | Estímulo | Retorno |
|---|---|---|---|---|
| Nordic Hamstring Curl | isquiotibiais | 2 | 8.5 | 4.25 |
| Prancha de Copenhaga | adutores / virilha | 2 | 8.5 | 4.25 |
| Elevação de Gémeos Unilateral | gémeos | 2 | 8.5 | 4.25 |
| Elevação do Tibial | perna / canela | 2 | 8.5 | 4.25 |
45 movimentos da biblioteca não precisam de equipamento nenhum. Prehab e mobilidade têm uma exigência neural média de 2.0 em 10, contra 9.9 do levantamento olímpico.
O que a equipa técnica vê

Sono e energia mental, 0–10. Dez segundos, uma vez por dia.

O jogador marca onde dói. A sessão é construída à volta disso.

0–100, todas as manhãs, por jogador.

Construída para o score, com o raciocínio anexado.
Os atletas ligam-se ao treinador com um código. A equipa técnica vê prontidão, sessões recentes e check-ins por jogador, com o atleta a controlar o que é partilhado. Os papéis são separados — um preparador físico e um nutricionista veem coisas diferentes.
A evidência
O modelo em que esta página assenta: carga externa é o trabalho realizado, carga interna é o custo biológico relativo, e a prescrição exige as duas.
O estudo de vigilância de lesões mais longo do futebol de elite. A lesão dos isquiotibiais é consistentemente a lesão isolada mais comum no futebol profissional masculino.
Evidência agregada de que programas que incluem o Nordic hamstring exercise reduzem substancialmente a taxa de lesão dos isquiotibiais.
Um programa simples de adutores, a pares, reduziu os problemas na virilha em futebolistas masculinos.
Para além do software
Alfredo Silva — cientista do desporto, mestrado em Educação Física e mestrado em Treino de Alto Rendimento, experiência de clube no futebol de formação, a concluir o curso de GPS da STATSports. Disponível para trabalho presencial e remoto ao lado do software, faturado à jornada.
Análise em vídeo da mecânica de corrida, aceleração e técnica de velocidade máxima, com plano de intervenção escrito.
Rastreio de movimento focado em isquiotibiais, adutores e gémeos, e a decisão de regresso à competição.
Revisão da monitorização atual — externa e interna — e do que as lacunas estão a custar em disponibilidade.
Uma sessão para a tua equipa sobre custo neural, decisões de MD-1 e planeamento de calendário congestionado.
Preços
Sem corte das lojas de aplicações, sem surpresas de faturação por jogador. Uma licença cobre o plantel e a equipa técnica que a lê.
Piloto gratuito · 5 lugares
Não é uma época nem um plantel — cinco treinadores, dois atletas cada, sem custo. O suficiente para veres se um score de prontidão muda uma decisão que de outra forma tomarias por instinto. Se mudar, falamos do plantel. Se não mudar, dizes-me porquê, e ficamos os dois a ganhar.
Como falar comigo
Escreve em português, inglês ou espanhol — o que for mais fácil. Diz-me o clube, o escalão, e o que usas neste momento para monitorizar carga.
A Forta é gratuita para descarregar em iOS e Android. Vê-a antes de falares comigo — é a forma mais rápida de saberes se isto merece quinze minutos do teu tempo.
forta.web.app